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Man using disinfection inside car

Julho 23, 2020

Ford protege o seu carro contra o desinfetante de mãos

A luta para proteger-nos do coronavírus fez disparar a utilização de desinfetantes de mãos: aplicamos estes desinfetantes continuamente nas mãos, mas isso pode ter consequências negativas para o interior dos nossos carros. Na Ford estamos atentos e procurámos uma solução.

coronavírus e a Covid-19 que provoca estão a ser os grandes protagonistas de 2020. Por esso motivo, dispararam as vendas e a correspondente utilização de desinfetantes para as mãos. Tudo isto tem consequências nos nossos carros, cujos interiores podem ver-se afectados pela composição destes produtos e desgastá-los prematuramente.

Os engenheiros da Ford realizam diferentes testes com novos produtos nos materiais que se usem nos habitáculos dos seus veículos. Os resultados dos  testes determinam se a constitução química dos revestimentos protetores se altera para assegurar a sua durabilidade. Estes testes também se aplicam aos acessórios de armazenamento que se vendem através da Divisão de Serviço ao Cliente, como revestimentos do porta-bagagens ou coberturas plásticas interiores.

No caso dos desinfetantes de mãos, existem alguns elementos prejudiciais na sua composição, para os quais se devem proteger os materiais do interior de um carro. Também se deve ter cuidado na hora de limpar o habitáculo: o desinfetante doméstico pode ser um método efectivo, mas devem evitar-se produtos que tenham lexívia ou peróxido de hidrógeno, assim como aqueles feitos à base de amoníaco.

"O desinfetante de mãos é um elemento que se usa cada vez mais desde alguns anos, pelo que há muito tempo que faz parte dos nossos testes. Mesmo o produto com aparência mais inofensiva pode resultar problemático ao entrar em contacto com as superfícies do veículo, mas os mencionados desinfetantes, o protector solar ou o repelente de insectos podriam ser particularmente prejudiciais", declarou Mark Montgomery, engenheiro superior de Materiais do Centro de Tecnologia de Materiais Ford Europa no Centro Técnico de Dunton, Reino Unido.

Tanto nestas instalações como em Colónia, Alemanha, examinam-se os materiais a temperaturas que podem alcançar os 74ºC, um número que se registraría no interior de um carro estacionado na rua, perto da praia, no verão. Em outros testes são simuladas exposições prolongadas ao sol, com amostras expostas a luz ultra violeta até 1,152 horas (48 dias). Tudo isto sem esquecer que o que acontece quando um fenómeno climatico extremo varia de um extremo ao outro:  também é testada a resistência dos plásticos a temperaturas de até -30ºC, que é quando se tornam mais frágeis. Para realizar este teste, são batidos repetidamente com uma pesada bola de borracha para garantir que o plástico não quebra.

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