Automóveis Ford
 
Um grande aliado no combate às alergias
Nova geração Ford Focus:
Um grande aliado no combate às alergias

Estamos no Inverno. O tempo está frio, mas no interior do edifício de escritórios da Ford situados na periferia de Colónia, na Alemanha, está uma temperatura agradável – como não podia deixar de ser. Num dos andares superiores, 20 voluntários, vestindo batas, aguardam pacientemente que lhes seja aplicado um pequeno adesivo nas costas. Os adesivos dérmicos contêm uma substância que está a ser testada relativamente a possíveis propriedades alérgicas e, durante as próximas 24, 48 e 72 horas, os especialistas vão estar atentos a eventuais sinais de irritação ou vermelhidão que possam surgir.

Os referidos testes são realizados em conformidade com as directrizes da indústria de cosméticos por forma a garantir que os componentes utilizados no interior do novo Ford Focus, susceptíveis de terem um contacto directo ou prolongado com a pele, como o forro do volante e os estofos dos bancos, sejam dermatologicamente testados.

Estes testes, entre muitos outros realizados pela Ford, permitem garantir que, quando o novo modelo chegar aos Concessionários, no próximo mês de Abril, o risco de alergias causado pelo seu interior será o mais baixo possível – uma característica que será certamente do agrado de milhões de pessoas que sofrem de algum tipo de alergia.

"As alergias são um problema crescente", refere Stefan Riewer da engenharia de materiais da Ford Europa, membro da equipa cuja missão é dotar o Focus de um habitáculo hipoalergénico. "Estima-se que cerca de 80 milhões de pessoas na Europa sofram de algum tipo de alergia, e o número não pára de aumentar. A rinite, a asma e as irritações da pele são os problemas mais comuns."

Para resolver este problema, a equipa de produto da Ford concentrou-se na qualidade do ar no interior do veículo e na redução dos alergénios. Os engenheiros da Ford evitaram ou reduziram ao mínimo a utilização de materiais como o látex natural, o crómio e o níquel, que podem desencadear reacções alérgicas. 

Mas a preocupação não é só com os materiais. A qualidade do ar no habitáculo também tem um papel muito importante na redução das reacções alérgicas e na melhoria do conforto. Graças ao trabalho da equipa, o novo Focus vem equipado com filtros de ar de elevada qualidade, que reduzem o pólen e outras partículas alergénicas, bem como os gases de escape no habitáculo. 

Certificação “Allergy-tested”
A Ford Motor Company tem uma norma global relativa à qualidade do ambiente interior, que especifica os níveis mínimos para a qualidade do ar, odores, embaciamento, substâncias lexiviáveis e a utilização de COV (Compostos Orgânicos Voláteis).

Além destes requisitos mínimos, a Ford na Europa e na América do Norte pretende obter a certificação do interior hipoalergénico do novo Focus por uma entidade independente.

Com a entrada do modelo em produção, será solicitada a sua certificação pela TÜV Rheinland, uma reputada entidade independente alemã que realiza testes e avaliações de produtos industriais e de grande consumo, controlando e certificando os respectivos níveis de qualidade.

Muitos modelos Ford vendidos na Europa já têm a conceituada certificação em matéria de alergias da TÜV. O primeiro automóvel Ford a obtê-la foi o C-MAX, em 2004. Actualmente, oito dos mais recentes modelos da marca já foram certificados: o novo Fiesta, o Fusion, o actual Focus, o C-MAX, o Kuga, o Mondeo, o S-MAX e o Galaxy. Só na Europa, já se venderam mais de quatro milhões de automóveis Ford com o selo de qualidade TÜV. Os dados e os resultados das avaliações realizadas pela TÜV a todos os automóveis Ford podem ser consultados no site www.tuv.com.

A Ford é o único fabricante automóvel que satisfaz, a nível mundial, os exigentes requisitos de certificação em matéria de alergias da TÜV aplicáveis aos interiores dos veículos.

“A certificação é um importante contributo para a sustentabilidade dos nossos produtos, reflectindo ainda a atenção ao pormenor e a qualidade intrínseca que caracterizam os mais recentes modelos Ford,” afirma o Dr. Wolfgang Schneider, vice-presidente do departamento dos Assuntos Jurídicos, Governamentais e Ambientais da Ford Europa. 

“Sabemos que este reconhecimento é importante para os nossos clientes, particularmente face ao aumento de doenças alérgicas, pelo que continuaremos a fabricar os nossos veículos em conformidade com os mais elevados padrões de qualidade e controlo de substâncias alergénicas,” conclui Schneider.

A preocupação da Ford com a gestão dos materiais e substâncias não vem de agora. Há mais de 20 anos que existe na empresa a 'Norma de Gestão de Substâncias Sujeitas a Restrições' e que define as matérias que devem ser evitadas ou eliminadas dos produtos, serviços e processos Ford, bem como dos componentes e materiais adquiridos junto dos seus fornecedores.

Para garantir a gestão dos materiais ao longo do ciclo de vida do veículo, a Ford desenvolveu um conjunto completo de processos e ferramentas informáticas designado de “Global Materials Management” (Gestão Global de Materiais), que lhe permite comunicar aos seus fornecedores as especificações dos materiais e manter um controlo sobre os que são utilizados no fabrico dos componentes.
 
A Ford implementou ainda rigorosos requisitos internos para aumentar a utilização de materiais sustentáveis nos seus produtos, nomeadamente materiais reciclados, renováveis e leves.   

Na Europa, a gestão dos materiais e substâncias, incluindo a certificação em matéria de alergias da TÜV, faz parte integrante do Índice de Sustentabilidade do Produto (PSI), uma ferramenta pioneira concebida pela Ford.

O PSI constitui a abordagem mais abrangente de sempre da indústria automóvel para avaliar o impacto ambiental, social e económico dos veículos. 

Além da utilização de materiais sustentáveis (reciclados e renováveis) e da gestão das substâncias (incluindo a certificação em matéria de alergias da TÜV), o PSI da Ford envolve a avaliação de mais seis atributos de produto considerados fundamentais para a sustentabilidade de um veículo, nomeadamente o impacto potencial no aquecimento global e na qualidade do ar durante o ciclo de vida, o ruído exterior, a segurança (dos ocupantes e dos peões), a capacidade de mobilidade (bancos e capacidade para bagagem em relação às dimensões do veículo) e os custos de utilização.

28-01-2011